Fungos – parte 3

Definidos os infectados, pensei em como seriam os alienígenas. Seria apenas um fungo?
Não, eu queria que fosse um ser diferente. Que o fungo fosse parte de seu ciclo de vida. Então imaginei que ele poderia se alimentar de mentes (leiam o conceito de noosfera), e cada infectado alimentasse com sua mente o fungo “rainha”, aquele que caiu na Terra há milênios que, alimentado então, geraria as formas “finais” dos ETs.

Desenvolvi esse fungo mais porreta e pensei como ele poderia ser.

Lembrei de um desenho que tinha feito em 2000 (creio eu) que seria um ponto de start.

Fiz esse depois de muitos contos e jogos de terror.

Fiz esse depois de muitos contos e jogos de terror.

Ao mesmo tempo, eu queria algo que fosse massivo. Pensei em um mega bicho que destruiria cidades. Uma espécie de fungo-verme gigantesco que soltasse esporos pela “boca”.

Destruir cidades é interessante. Mas é muito batido e usado, ainda mais com aliens no meio.

Destruir cidades é interessante. Mas é muito batido e usado, ainda mais com aliens no meio.

Partindo dessas duas vertentes, pensei na forma final dos aliens pra que o fungo-mor fosse semelhante.

Não queria aliens ordinários, e sim algo interessante e diferente.

Invertebrados sempre ajudam quando queremos criar aliens.

Invertebrados sempre ajudam quando queremos criar aliens.

Gostei muito do último deles, um ser que flutuasse. Isso fecharia com os conceitos psíquicos que eu tinha criado antes.

Refinei e voilá, eis a forma final do alien.

Usei cores frias, basicamente o azul, para que ele ficasse mais parecido com um ser do fundo do mar, para causar a impressão de que não poderia ser do nosso planeta.

Usei cores frias, basicamente o azul, para que ele ficasse mais parecido com um ser do fundo do mar, para causar a impressão de que não poderia ser do nosso planeta.

Definida a forma final, criei o fungo-mor.

Coloquei-o dentro de um silo de míssil abandonado. Como ele foi levado pra lá? O fungo tem os seus segredos.

Coloquei-o dentro de um silo de míssil abandonado. Como ele foi levado pra lá? O fungo tem os seus segredos.

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